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Exames e Serviços

Confira abaixo os exames realizados pelo Instituto de Biomedicina do ABC

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Utilidade


A caxumba é causada por um paramyxovírus. A sorologia permite avaliar a resposta a infecção natural ou a imunização. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecção recente, podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses.
Em quadros crônicos, pós-vacinas ou de transferência de imunidade (filhos de mães imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune), anticorpos IgM estão ausentes. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantém-se em níveis protetores de forma duradoura. Os recém-nascidos de mães imunizadas, naturalmente ou por vacinação, apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.

 

Utilidade


Coxsackieviruses A e B são enterovírus não-polio associados a um amplo espectro de manifestações clínicas que incluem meningite asséptica, encefalite, pneumonia, miocardite, pleurodinia, exantema e infecção sistêmica generalizada (Coxsackie B) e encefalite, síndrome mão-pé-boca, herpangina, infecção sistêmica generalizada (Coxsackie A). Cerca de 90% das infecções são assintomáticas ou se apresentam como quadro febril inespecífico. Podem acometer pacientes de todas as faixas etárias, embora a grande maioria das infecções seja adquirida na infância.
Este kit utiliza antígenos recombinantes derivados de epítopos conservados específicos das proteínas VP1 dos vírus Coxsackie B1, B3 e B5, desta forma detectando infecções causadas por vírus Coxsackie de outros sorotipos. O diagnóstico diferencial presuntivo entre infecção causada pelos vírus A ou B deve ser feito com base nas manifestações clínicas do paciente.
O valor de referência foi estabelecido com o objetivo de detectar preferencialmente níveis de anticorpos IgG associados à infecção recente. Portanto, anticorpos IgG anti-Coxsakie não são detectados na maioria dos indivíduos com infecção pregressa pelo vírus.
Um resultado reagente de IgM e IgG na mesma amostra ou a demonstração de soroconversão\/aumento de concentração de anticorpos IgG em amostras de soro coletadas em intervalo de 14 dias, são evidência de infecção aguda ou recente por Coxsackie.
Em raros casos resultado reagente para IgM e não reagente para IgG poderá ser observado. O diagnóstico definitivo requer avaliação do quadro clínico e a repetição do exame em outra amostra.
São descritas reações cruzadas entre os enterovírus e vírus da hepatite A, vírus de Epstein-Barr (EBV), citomegalovírus (CMV), rinovírus e Mycoplasma.

 

Material


Soro

 

Instruções

 

Utilidade


Cicloexanol é um álcool secundário. Utiliza-se a concentração de ciclohexanol na urina como teste de exposição na saúde ocupacional. Empregado como Indicador biológico de exposição ao Ciclohexanol.

 

Material


Urina Isolada

 

Instruções


- Coletar a amostra do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.


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Utilidade

 

A infecção por Campylobacter é uma importante causa de diarreia aguda em todo o mundo; o organismo também pode produzir doença sistêmica. A enterite por Campylobacter é tipicamente causada por Campylobacter jejuni ou Campylobacter coli.
Os ensaios imunoenzimáticos são indicados para a diferenciação de infecções agudas e passadas em casos de doenças gastrointestinais ou artrite reativa. A quantificação da atividade dos anticorpos permite o monitoramento do estágio da doença e controle do tratamento.

Material


Soro

 

Instruções


Jejum não obrigatório.

Utilidade


Infecção por Cryptosporidium em humanos é causa de diarréia em imunocompetentes e imunodeprimidos. Entretanto a infecção é mais severa e crônica nos indivíduos imunodeprimidos. Pode ainda ser um dos causadores de colangiopatia em pacientes com AIDS, que manifesta- se com febre, dor no hipocôndrio direito e colestase.  

 

Material


Fezes

 

Instruções


- A coleta deve ser feita apenas em periodos de diarréia.
- Idealmente as fezes deverão ser coletadas a cada 3 dias .

- Sugere-se a coleta de 3 amostras ou conforme orientação médica.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

As desmogleínas 1 e 3, são moléculas de adesão celular, relacionadas à doença autoimune denominada Pênfigo, na qual elas são acometidas por autoanticorpos. A doença caracteriza-se pela presença de lesões em formato de bolhas. Na pele a desmogleína 1 é predominante e causadora do Pênfigo foliáceo, enquanto, em mucosas o mais comum é a desmogleína 3 causando o Pênfigo vulgar.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade

 


Teste útil na avaliação das imunodeficiências congênitas de linfócitos B (gamaglobulinemias congênitas) ou combinadas (deficiência de imunidade humoral e celular).


Material

 


Sangue total em EDTA


Instruções

 


- Jejum não obrigatório.

- Exame coletado somente na central de segunda a quinta feira até as 13:30.
- Não coletamos em feriados e véspera de feriado

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc). A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos.
Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

- Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade

 


A 25-OH - Vitamina D é a medida de preferência para se avaliar o status nutricional de vitamina D. Valores diminuídos estão associados com insuficiência dietética de vitamina D, doença hepática, má absorção, exposição ao sol inadequada e síndrome nefrótica. Valores aumentados são associados à intoxicação por vitamina D. Pode apresentar-se em baixas concentrações (dentro do valor de referência) nos quadros de obesidade, sarcoidose, calcinose tumoral hiperfosfatêmica, tuberculose, hiperparatireoidismo primário e no raquitismo tipo II vitamina-D dependente. A 25 OH Vitamina D2 é metabolizada de maneira equivalente à 25 OH Vitamina D3 nos seres humanos. É menos potente e em algumas partes do mundo é a única forma licenciada para suplementação.


Material

 


Soro


Instruções

 


- Jejum não obrigatório, exceto para pacientes portadores de hipertrigliceridemia (níveis superiores a 500 mg/dL) que é recomendado jejum de 12h.
- A coleta deve ser realizada no período da manhã, até as 11:30 horas.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Dermatophagoides microceras
Nome popular: Dermatofagoides microceras

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxilio do diagnóstico de alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Palavras Chave: Acaro de estocagem

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade:

O painel ONCO Básico tem como regiões alvo de estudo os genes EGFR, BRAF, KRAS e NRAS. O
receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) é considerado um alvo terapêutico para
o tratamento de câncer de pulmão e carcinoma colorretal metastático. Mutações no gene BRAF
têm sido reportadas em diversos tipos de tumores: tireóide, colorretal, melanoma, entre
outros. Pacientes que apresentam mutações nas regiões pesquisadas desse gene possuem menor
média de progressão de sobrevida com cura, quando comparado aos pacientes portadores do
gene em sua forma selvagem. Este gene, portanto, pode ser utilizado como preditor de
tratamento e prognóstico. A investigação nos genes KRAS e NRAS é para determinar
elegibilidade para terapias anti-EGFR (Receptor de Fator de Crescimento Epidérmico), como
as drogas cetuximab e panitumumab, em tumores colorretais metastáticos. Os resultados do
sequenciamento são analisados no software Ion Reporter (Life Technologies) e comparados
com a versão do genoma GRCh37/hg19. O teste é realizado para a análise de variantes em
regiões hotspot no gene EGFR (exons 3, 7, 15, 18, 19, 20 e 21), no gene BRAF (exons 11 e
15) e nos genes KRAS e NRAS (exons 2, 3 e 4).

Material:

Bloco de parafina + lâmina + laudo 

Instruções:

- Levar o material, laudo e pedido em qualquer umas das nossas unidade.

Utilidade

 


Medição de densidade.


Material

 


Urina e Liquidos Cavitários


Instruções

 


Para Urina:
- Colher preferencialmente no laboratório a 1ª urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar.
- Para urina primeiro jato, colher os primeiros 10 a 20 mL de urina (não ultrapassar o volume de 20 mL).
- Para urina recente (jato médio), desprezar o 1º jato de urina e coletar o jato do meio (cerca de 30 mL).
- Para coletas realizadas em casa o cliente deve entregar a urina no laboratório em no máximo 1 hora após a coleta, em temperatura ambiente ou refrigerada.
- Mulheres: não fornecemos e nem indicamos o uso de tamponamento (absorvente interno) para coleta de urina no período menstrual.
- Criança: Não utilizar pomadas no dia da coleta. Sempre que possível, colher no próprio laboratório tomando cuidados especiais com assepsia.
- Coleta com coletor de urina infantil: somente realizada nas dependências do laboratório.
- Manter dieta hídrica habitual.
- Não coletar urina após cliente ter ingerido dextrosol, coletar antes da ingestão ou orientar coleta no dia seguinte.

- Não realizamos a coleta de líquidos cavitários por se tratar de um procedimento médico.

Utilidade


A Eritropoetina é o principal regulador da eritropoiese, estimulando a proliferação e diferenciação de células precursoras eritróides na medula óssea. Em mamíferos, o fígado fetal produz quase totalidade do hormônio. Em adultos a produção hepática baixa para menos de 10% e a secreção renal é responsável por mais de 90%. Acredita-se que o local de produção seja nas células tubulares renais proximais ou nas células endoteliais capilares peritubulares do córtex renal e medula externa. A clearence de Eritropoetina circulante não tem sido totalmente explicada, mas é realizada, em uma pequena parte, pela excreção urinária, e possivelmente também pela eliminação hepática e pela captação em células alvo na medula óssea. A Eritropoetina ajusta a produção de células vermelhas para satisfazer as exigências de oxigênio nos tecidos. Exerce seu efeito através de um sistema complexo de feedback, no qual a secreção renal do hormônio é controlada por um sensor de oxigênio no rim que responde à pressão parcial de oxigênio no sangue. Sob condições de aumento de oxigênio periférico, os níveis de Eritropoetina diminuem. Isto é observado após a correção da hipóxia em indivíduos saudáveis (como uma descida de uma elevação alta) e após a hipertransfusão.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.
- Coletar no período matutino das 7:30 ao 12:00.

Utilidade


Teste confirmatório para diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico; monitoramento terapêutico. Pessoas normais geralmente apresentam-se não reagentes ou mesmo fracamente reagentes para anti-DNA.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Na dengue, muitas vezes o diagnóstico sorológico não é capaz de confirmar casos suspeitos com evolução grave, já que a febre hemorrágica pode ocorrer na janela imunológica, quando as pesquisas de IgM e IgG são negativas. Nesses casos, a pesquisa do antígeno NS1 apresenta sua melhor utilidade, permitindo o diagnóstico nos primeiros cinco dias de doença. Como há um período de sobreposição de positividade do antígeno NS1 e IgM, a pesquisa de ambos os marcadores simultaneamente aumenta a sensibilidade do teste, compensando a baixa positividade na pesquisa de anticorpos isoladamente nos primeiros dias de infecção.

 

Material


SORO

 

Instruções


Jejum não obrigatório.

Utilidade


A norma brasileira adota o Ala-U como indicador biológico para a vigilância de trabalhadores expostos ao chumbo e recomenda iniciar as avaliações biológicas no mínimo 1 mês após o início da exposição. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na síntese do heme, causado pela inibição de algumas enzimas utilizadas na síntese da hemoglobina, devido a ligação do metal à enzima ácido aminolevulínico desidratase (ALA-D), causando o acúmulo do ácido delta aminolevulínico (ALA) no sangue e na urina.
Deste modo, a determinação da concentração do ácido delta aminolevulínico urinário (ALA-U) tem sido proposta para o monitoramento da exposição ocupacional ao chumbo, paralelamente aos níveis do metal no sangue (Pb-S).

 

Material


Urina 24 Horas protegida da luz

 

Instruções


- O horário de coleta não é crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo sem afastamento maior que 4 dias.
- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- O paciente deve manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas 48 horas que antecedem o exame. Além disso, devem colher a amostra fora do período de menstruação
- Os medicamentos Barbitúricos, Cloridazepóxido, Cloroquina, Clorpropamida, Diazepam, Ergotamina, Estrógenos, Etanol, Hidantoína, Sulfamídicos podem interferir no resultado.
- O uso recente de dipirona pode interferir nos níveis de creatinina dosada pelo método Enzimático.