EXAMES E SERVIÇOS

Os equipamentos utilizados para a realização dos exames contam com alta tecnologia e uma equipe de multiprofissionais amplamente qualificados.

Esta estrutura permite que realizemos mais de 1.000 tipos de exames relacionados.

 

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Descrição + -

Utilidade


Avaliação diagnóstica de feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas


Material


URINA


Instruções


- O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir alimentos como: café, refrigerantes com cola e fumo, umas vez que estes interferem no resultado.

- O cliente deverá manter sua rotina diária evitando fazer esforço físico durante a coleta.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Informar horário inicial e final da coleta, peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
- Caso o cliente faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, deve entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo. A suspensão, assim como o seu período, fica exclusivamente a critério do médico.

- Podem promover aumento de catecolaminas:
. alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
. antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
. antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
. antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
. beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol, timolol);
. antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
. drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa);
. diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
. inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
. estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
. simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
. vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos);
. outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).

- Podem promover diminuição de catecolaminas:
. anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
. antipsicóticos (haloperidol);
. agonista dopaminérgico (bromocriptina);
. outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).


Utilidade


Diagnóstico diferencial de rinite. 


Instruções


Esfregaço de mucosa nasal.


Utilidade


O cobre sérico é utilizado juntamente com o cobre urinário e a ceruloplasmina no diagnóstico da Doença de Wilson, na monitorização de pacientes em nutrição parenteral total ou enteral, no diagnóstico diferencial da cirrose biliar primária, da colangite esclerosante primária e na avaliação da deficiência ou intoxicação por cobre.
Cobre sérico alto e ceruloplasmina alta são encontrados na intoxicação por cobre, cirrose biliar primária e colangite esclerosante primária. Cobre sérico baixo é encontrado na Doença de Wilson, desnutrição e Doença de Menkes (doença de herança recessiva, ligada ao cromossomo X). O uso de estrógenos também eleva a ceruloplasmina e o cobre sérico, como observado em pacientes em uso de anticoncepcionais orais e grávidas. O cobre sérico se eleva durante o uso de ácido valpróico, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína. Pode ser baixo nas situações de hipoproteinemia (síndrome nefrótica, má-absorção, desnutrição). No caso de avaliação ocupacional, a interpretação dos resultados fica a critério médico, já que não está determinado o Índice Biológico Máximo Permitido (IBMP), pela NR-7.


Material


Soro (tubo amarelo, ou Trace Branco. Verificar com triagem)


Instruções


- Informar se é exposto ocupacionalmente.
- Informar se faz uso de algum medicamento.
- Informar se há suspeita da Doença de Wilson.
- Informar se a paciente é gestante.


Utilidade


Dosagem de cálcio urinário é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Sua determinação é preferida na urina de 24 horas; urina recente pode ser utilizada realizando a razão
cálcio/creatinina. A hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias, na hiper absorção intestinal de cálcio, distúrbios da reabsorção tubular de cálcio, corticoterapia, osteoporose, acromegalia, hipertireoidismo, feocromocitoma e Cushing. A hipocalciúria pode ser secundária a hipocalcemia, insuficiência renal, osteomalacia, raquitismo, alcalose, uso de diuréticos e estrógenos.


Material


URINA


Instruções


- Colher preferencialmente no laboratório a 1ª urina da manhã ou com intervalo de 4 horas entre as micções. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina e coletar o jato do meio.

- Sendo a coleta feita em casa, trazer o material ao laboratório no prazo máximo de 1 hora.


Utilidade


A cultura de fezes identifica microorganismos enteropatogênicos em casos de diarréia aguda ou crônica. São consideradas indicações de coprocultura: diarréia sanguinolenta, febre, tenesmo, sintomas severos e persistentes, presença de leucócitos fecais e história de exposição a agentes bacterianos. No Laboratorio Hermes Pardini as coproculturas são direcionadas para pesquisa de Salmonella spp, Shigella spp, E. coli enteropatogênicas, entre outros eventuais patógenos.


Material


Fezes


Instruções


- Colher fezes recém excretadas antes da administração de antimicrobianos.
- A positividade das coproculturas é maior quando a amostra é colhida nos primeiros dias da doença.
- No caso de fezes coletadas em casa a amostra deve ser mantida em temperatura ambiente e a entrega no laboratório deve ocorrer em no máximo 2 horas.


Utilidade


A análise da composição de cálculos urinários pode auxiliar a investigação dos mecanismos envolvidos em sua formação. Aproximadamente 80% dos pacientes com urolitíase apresentam cálculos de cálcio, compostos primariamente por oxalato de cálcio ou, menos frequentemente, fosfato de cálcio. Os outros tipos principais são os cálculos de ácido úrico, estruvita (fosfato amoníaco magnesiano) e cistina. A composição do cálculo depende da alteração metabólica subjacente ou condição predisponente. Os cálculos de oxalato e fosfato de cálcio, por exemplo, podem estar relacionados a Hipercalciúria, Hiperoxalúria, Hipocitratúria, Acidose Tubular Renal tipo I, Hiperparatireoidismo Primário, entre outros. Os cálculos de ácido úrico se devem a superprodução e excreção de ácido úrico ou pH urinário persistentemente baixo. Os cálculos de estruvita são formados em pacientes com infecção do trato urinário por microrganismos produtores de urease, como as bactérias Proteus ou Klebsiella. Os pacientes afetados apresentam frequentemente múltiplos cristais de fosfato amoníaco magnesiano no exame de urina. Já os cálculos de cistina se desenvolvem somente em pacientes com cistinúria, uma doença autossômica recessiva diagnosticada pela identificação de cristais de cistina no exame de urina e pela dosagem da excreção de cistina em urina colhida durante 24 horas.


Material


URINA


Utilidade


O cobre sérico é utilizado juntamente com o cobre urinário e a ceruloplasmina no diagnóstico da Doença de Wilson, na monitorização de pacientes em nutrição parenteral total ou enteral, no diagnóstico diferencial da cirrose biliar primária, da colangite esclerosante primária e na avaliação da deficiência ou intoxicação por cobre. Cobre sérico alto e ceruloplasmina alta são encontrados na intoxicação por cobre, cirrose biliar primária e colangite esclerosante primária . Cobre sérico baixo é encontrado na Doença de Wilson, desnutrição e Doença de Menkes (doença de herança recessiva, ligada ao cromossomo X). Uso de estrógenos também eleva a ceruloplasmina e o cobre sérico, como observado em pacientes em uso de anticoncepcionais orais e grávidas. O cobre sérico se eleva durante o uso de ácido valpróico, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína. Pode ser baixo nas situações de hipoproteinemia (síndrome nefrótica, má-absorção, desnutrição). No caso de avaliação ocupacional, a interpretação dos resultados fica a critério médico, já que não está determinado o Índice Biológico Máximo Permitido (IBMP), pela NR-7.


Material


Urina amostra isolada


Instruções


- Lavar as mãos antes de colher.
- Colher urina após retenção urinária de 4 horas.
- Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio em frasco próprio.
- Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
- Não colher em local de trabalho.
- Retirar o uniforme de trabalho antes da coleta.


Utilidade


Avaliação de deficiência de lactase.


Utilidade


A caxumba é causada por um paramyxovírus. A sorologia permite avaliar a resposta a infecção natural ou a imunização. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecção recente, podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. Em quadros crônicos, pós-vacinas ou de transferência de imunidade (filhos de mães imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune), anticorpos IgM estão ausentes. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantém-se em níveis protetores de forma duradoura. Os recém-nascidos de mães imunizadas, naturalmente ou por vacinação, apresentam níveis
protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade.
.


Material


SANGUE


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


Utilidade


A caxumba é causada por um paramyxovírus. A sorologia permite avaliar a resposta a infecção natural ou a imunização. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecção recente, podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses.
Em quadros crônicos, pós-vacinas ou de transferência de imunidade (filhos de mães imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune), anticorpos IgM estão ausentes. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantém-se em níveis protetores de forma duradoura. Os recém-nascidos de mães imunizadas, naturalmente ou por vacinação, apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade.


Material


SANGUE


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


Material


Urina


Instruções


- Urina recente (final de jornada de trabalho).


Utilidade


Infecção por Cryptosporidium em humanos é causa de diarréia em imunocompetentes e imunodeprimidos. Entretanto a infecção é mais severa e crônica nos indivíduos imunodeprimidos. Pode ainda ser um dos causadores de colangiopatia em pacientes com AIDS, que manifesta- se com febre, dor no hipocôndrio direito e colestase.  


Material


FEZES


Instruções


- A permanência dos oocistos nas fezes é descontinua e corresponde ao período de diarréia. Portanto a coleta deve ser feita apenas na vigência de diarréia.

- Idealmente as fezes deverão ser coletadas a cada 3 dias . Sugere-se a coleta de 3 amostras ou conforme orientação médica.


Material


Sangue total EDTA


Instruções


Jejum Não Obrigatório.


Utilidade


A 25-OH - Vitamina D é a medida de preferência para se avaliar o status nutricional de vitamina D. Valores diminuídos estão associados com insuficiência dietética de vitamina D, doença hepática, má absorção, exposição ao sol inadequada e síndrome nefrótica. Valores aumentados são associados à intoxicação por vitamina D. Pode apresentar-se em baixas concentrações (dentro do valor de referência) nos quadros de obesidade, sarcoidose, calcinose tumoral hiperfosfatêmica, tuberculose, hiperparatireoidismo primário e no raquitismo tipo II vitamina-D dependente. A 25 OH Vitamina D2 é metabolizada de maneira equivalente à 25 OH Vitamina D3 nos seres humanos. É menos potente e em algumas partes do mundo é a única forma licenciada para suplementação.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório. Exceto para pacientes portadores de hipertrigliceridemia (níveis superiores a 500 mg/dL) recomendável jejum de 12h.


Utilidade


Medição da Densidade Urinária.


Material


Urina


Instruções


Jejum não obrigatório.
Seguir preparo de amostras de Urina I


Utilidade


Teste confirmatório para diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico; monitoramento terapêutico. Pessoas normais geralmente apresentam-se não reagentes ou mesmo fracamente reagentes para anti-DNA.


Material


SORO


Instruções


JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO


Utilidade


Na dengue, muitas vezes o diagnóstico sorológico não é capaz de confirmar casos suspeitos com evolução grave, já que a febre hemorrágica pode ocorrer na janela imunológica, quando as pesquisas de IgM e IgG são negativas. Nesses casos, a pesquisa do antígeno NS1 apresenta sua melhor utilidade, permitindo o diagnóstico nos primeiros cinco dias de doença. Como há um período de sobreposição de positividade do antígeno NS1 e IgM, a pesquisa de ambos os marcadores simultaneamente aumenta a sensibilidade do teste, compensando a baixa positividade na pesquisa de anticorpos isoladamente nos primeiros dias de infecção.


Material


SORO


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Na dengue, muitas vezes o diagnóstico sorológico não é capaz de confirmar casos suspeitos com evolução grave, já que a febre hemorrágica pode ocorrer na janela imunológica, quando as pesquisas de IgM e IgG são negativas. Nesses casos, a pesquisa do antígeno NS1 apresenta sua melhor utilidade, permitindo o diagnóstico nos primeiros cinco dias de doença. Como há um período de sobreposição de positividade do antígeno NS1 e IgM, a pesquisa de ambos os marcadores simultaneamente aumenta a sensibilidade do teste, compensando a baixa positividade na pesquisa de anticorpos isoladamente nos primeiros dias de infecção.


Material


SORO


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


A análise da morfologia das hemácias no sedimento urinário pode indicar se a origem da hematúria é glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos) ou não glomerular.


Material


AMOSTRA - URINA


Instruções


- Fazer higiene local com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato e coletar o jato médio da 2ª micção matinal (com retenção urinária de 2 a 4 horas).

- Utilizar frasco limpo e próprio para coleta de urina.
- Manter dieta hídrica habitual.
- Para Mulheres: não colher durante o período menstrual.
- Quando no pedido for solicitado urina rotina e dismorfismo eritrocitário o ideal que seja realizado na mesma coleta. Evitar a coleta em dias distintos.


Utilidade


O DHEA é produzido pela supra-renal e gônadas. É muito utilizado
quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides. A
excessiva produção do DHEA leva ao hirsutismo e virilização via
conversão para testosterona. Elevações ocorrem em: tumores adrenais,
doença de Cushing, hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. Baixas
concentrações ocorrem em doença de Addison.


Material


SORO


Instruções


Jejum obrigatório de 4 horas ou conforme orientação médica.


Utilidade


É um digitálico amplamente utilizado no tratamento da insuficiência
cardíaca sistólica e no controle de distúrbios do ritmo cardíaco.
Dosagem deve ser realizada 6 horas após a última dose do medicamento,
sendo útil para se prevenir toxicidade. Cerca de 25% da digoxina se
encontra ligada as proteínas plasmáticas com meia vida de 20 a 60h, se
função renal normal. Estado de equilíbrio é alcançado em 5 dias.
Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em n[iveis terapêuticos
quando ha hipocalemia, hipomagnesemia, alcalose, hipercalcemia,
hipoxia e infarto agudo do miocárdio. Alguns compostos endógenos podem
ter reatividade cruzada com a digoxina, determinando níveis falsamente
elevados. Esses compostos podem ocorrer na insuficiência renal,
insuficiência hepática, gravidez e em crianças. Quinidina, versapamil
e amiodarona podem elevar os níveis séricos da digoxina. Níveis baixos
podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuição do fluxo
mesentérico. Algumas drogas diminuem a absorção da digoxina:
metoclopramida, colestiramina, antiácidos, laxativos e fenitoína.
Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina, diltiazem,
eritromicina, itraconazol, espironolactona. Ressalta-se que sua
dosagem não detecta a digitoxina.


Material


SORO


Instruções


JEJUM N ÃO OBRIGATÓRIO


Utilidade


O Dímero D (DD) é um produto da degradação da fibrina pela plasmina. Sua determinação é útil no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). Nestes pacientes, a fibrinólise endógena leva a formação do DD, que é detectado uma hora após formação do trombo e permanece elevado em média 7 dias. Níveis elevados de DD tem sensibilidade superior a 90% na identificação de TEP, confirmada a cintilografia ou angiografia. Entretanto, devemos ressaltar sua baixa especificidade. Níveis elevados também são encontrados nas seguintes situações: infarto agudo do miocárdio, sepses, neoplasias, pós-operatórios (até 1 semana), coagulação intravascular disseminada, anemia falciforme, insuficiência cardíaca e pneumonias. Ressalta-se que as dosagens do DD sérico realizadas por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de látex.


Material


Sangue Total CITRATO


Instruções


- Jejum não obrigatório.


Material


Soro


Instruções


- Jejum não obrigatório.


Utilidade


A estrona é mais potente que o estriol porém menos potente que o
estradiol. É o principal estrogênio circulante após a menopausa. A
maior parte da E1 está conjugada sob a forma de sulfato. A estrona é
muito utilizada para avaliação do hipogonadismo, avaliação de
puberdade precoce (completa ou parcial) e para diagnóstico de tumores
feminilizantes e acompanhamento de reposição hormonal na menopausa, em
alguns casos.


Material


SOR


Instruções


- JEJUM OBRIGATÓRIO DE 8 HORAS

- INFORMAR MEDICAMENTO EM USO


Utilidade


Útil na avaliação da puberdade precoce, hipogonadismo e fertilidade em ambos os sexos. Na mulher, também na avaliação da função ovariana e no acompanhamento de reprodução assistida. Na avaliação da puberdade precoce, é utilizado como exame inicial nas meninas, junto com o LH basal.


Utilidade


É usada como triagem de anormalidades nas proteínas séricas. Em um soro normal, usualmente
5 bandas (albumina, alfa1, alfa2, beta e gama) são visíveis. O uso da eletroforese capilar
permite, ainda, devido à sua alta resolução, a separação dos picos de Beta1 (transferrina
e hemopexina) e Beta2 (Complemento C3), o que resulta em um padrão de seis bandas. Essa
característica permite ganho adicional na avaliação de pacientes com gamopatias
monoclonais. Permite, ainda, uma maior taxa de detecção de bisalbuminemia. Bandas
intensamente coradas das regiões alfa a gama, em áreas que normalmente não contém
proteínas, sugerem imunoglobulinas monoclonais. Bandas múltiplas, ausência de bandas ou
mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes genéticas. A eletroforese de
proteínas em gel de agarose do líquor é largamente utilizada na procura de bandas
oligoclonais, definidas como duas ou mais bandas discretas na região gama que estão
ausentes ou em menor intensidade em eletroforese de soro concomitante. A imunofixação, em
geral, é preferida por fornecer melhor resolução e ter habilidade para identificar bandas
de imunoglobulinas específicas. Bandas oligoclonais no líquor têm sido identificadas em
83% a 94% dos pacientes com Esclerose Múltipla estabelecida, 40 a 60% dos casos prováveis
e 20 a 30% dos casos possíveis. Também são observadas em quase todos os casos de
panencefalite subaguda esclerosante, em 25 a 50% das infecções virais do sistema nervoso
central, nos casos de neuroborreliose, meningite criptococica, neurosífilis, mielite
transvera, carcinomatose meningea, glioblastoma multiforme, linforma de Burkitt,
polineuropatia recorrente crônica, Doença de Behcet, cisticercose e tripanossomíase.
Normalmente a urina não apresenta proteínas, ou apenas contém débil banda de albumina e
globulina, uma vez que o glomérulo previne a passagem de proteínas. As funções glomerular
e tubular normais resultam em excreção de proteína inferior a 150 mg/dia. Dois terços da
proteína filtrada é composta de albumina, transferrina, proteínas de baixo peso molecular
e algumas imunoglobulinas. O restante, como a glicoproteína Tamm-HJorsfall advem do
próprio trato urinário. Eletroforese de proteínas na urina separa as proteínas de acordo
com sua carga e permite a classificação do tipo de injúria. Um padrão normal de
proteinúria consiste de albumina e ocasionalmente traços de bandas alfa1 e beta. A
eletroforese de urina concentrada pode não detectar cadeias leves por falta de
sensibilidade, sendo a imunofixação o próximo passo. Padrões de alterações da eletroforese
de proteínas na urina: 1) Proteinúria glomerular (lesão mínima, glomerulonefrite,
nefropatia diabética): aumento da albumina e bandas alfa1 e beta1; 2) Proteinúria tubular
(lesao medicamentosa, pielonefrite, doença renal vascular, rejeição a transplante):
aumento de albumina, bandas alfa1, alfa2 e beta-globinas; 3) Distúrbios misto glomerular e
tubular; 4) Presença de banda monoclonal.


Material


Urina 24 Horas


Instruções


- Refrigerar a urina desde o início da coleta.
- Não fazer esforço físico durante a coleta.
- O cliente deve manter sua rotina diária.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob
orientação médica.
- Mulheres: não realizar a coleta de urina durante o período menstrual.
- Informar volume urinário, horário inicial e final da coleta.


Utilidade


O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose
Infecciosa (MI). Também tem sido relacionado com neoplasias (ex.:
desordens mieloproliferativas, linfomas). Dos anticorpos contra
antígenos específicos do EBV, os que agregam maior valor diagnóstico
são os contra o capsídeo viral (VCA), com sensibilidade de 95% a 100%
e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda.
Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2
semanas de infecção. A presença de IgM anti-VCA usualmente indica
infecção aguda pelo EBV. Entretanto, infecção aguda por outros
herpes vírus, podem causar produção de IgM anti-VCA por células que
apresentam infecção latente pelo EBV. Falso-positivos de IgM anti-VCA
também são citados em outras infecções recentes
(toxoplasmose, adenovírus) e na presença de auto-anticorpos. Nos
quadros de reativação, a IgM anti-VCA pode ser negativa. Falso-
negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM. O IgM
anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na
fase aguda, tem pico em 2 a 4 semanas, persistindo por toda a vida.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose Infecciosa (MI). Também
tem sido relacionado com neoplasias (ex.: desordens mieloproliferativas, linfomas). Dos
anticorpos contra antígenos específicos do EBV, os que agregam maior valor diagnóstico são
os contra o capsídeo viral (VCA), com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86%
a 100% nos episódios de mononucleose aguda. Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se
rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção. A presença de IgM anti-VCA usualmente
indica infecção aguda pelo EBV. Entretanto, infecção aguda por outros herpes vírus, podem
causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV.
Falso-positivos de IgM anti-VCA também são citados em outras infecções recentes
(toxoplasmose, adenovírus) e na presença de auto-anticorpos. Nos quadros de reativação, a
IgM anti-VCA pode ser negativa. Falso- negativos podem ocorrer devido à natureza
transitória do IgM. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas. Anticorpos IgG anti-VCA
surgem na fase aguda, tem pico em 2 a 4 semanas, persistindo por toda a vida.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Teste útil para o diagnóstico da Doença Celíaca (DC). Endomísio é a camada de tecido conjuntivo, composta por fibras reticulares,
que reveste cada fibra muscular. Pacientes com DC produzem anticorpos anti-endomisio (anti-EMA) das classes IgA, IgG e IgM. O antígeno reconhecido pelo anti-EMA é a enzima transglutaminase tecidual 2 (TG2). Os anticorpos anti-EMA são marcadores sensíveis e específicos da DC. São ligeiramente menos sensíveis, mas são mais específicos que os anticorpos anti-TG2. Pacientes com resultados reagentes de anti-EMA devem realizar a biópsia intestinal, que é o exame padrão ouro para diagnóstico de DC.


Material


Soro


Instruções


Jejum não obrigatório.


Utilidade


Detecção e quantificação de bandas de paraproteínas em doenças linfoproliferativas; detecção de estados fisiopatológicos como inflamação, perda protéica, gamopatias e outras disproteinemias.


Material


Soro


Instruções


Jejum obrigatório de 8 horas.


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